CIRURGIA DE ADENÓIDE FOI INDICADA PARA SEU FILHO(A)?
Adenoide: a famosa “carne esponjosa” – cirurgia tradicional vs cirurgia por vídeo 👶🏥
Seu filho ronca todas as noites, respira pela boca, tem infecções de ouvido recorrentes e parece cansado durante o dia? A causa pode estar escondida no fundo do nariz: a adenoide aumentada, popularmente conhecida como “carne esponjosa”. Primeiramente, muitos pais ficam assustados quando ouvem que o filho precisa de cirurgia, mas compreender o problema e as opções de tratamento modernas traz tranquilidade e segurança para a decisão.
🔬 O que é a adenoide? A “carne esponjosa” explicada
A adenoide, também chamada de tonsila faríngea, é um tecido linfático (sistema de defesa) localizado no fundo do nariz, atrás e acima do “céu da boca”. Ou seja, não conseguimos visualizá-la apenas abrindo a boca – ela está muito mais atrás, na nasofaringe (encontro do nariz com a garganta).
Primeiramente, é importante entender que a adenoide é estrutura normal em todas as crianças. Principalmente faz parte do sistema imunológico e ajuda combater infecções respiratórias durante a infância. Assim, funciona como “soldado de defesa” na entrada das vias aéreas superiores.
Entretanto, em algumas crianças, a adenoide cresce demais (hipertrofia adenoideana). Consequentemente, em vez de proteger, passa a causar problemas – obstrui respiração nasal, prejudica qualidade do sono, favorece infecções de ouvido e atrapalha desenvolvimento da criança. Ou seja, quando benefício vira prejuízo, tratamento cirúrgico está indicado.
Além disso, o termo popular “carne esponjosa” descreve perfeitamente a textura desse tecido linfático – macio, irregular, com aparência esponjosa mesmo. Dessa forma, pais compreendem melhor quando médico explica usando essa linguagem familiar.
😤 Sintomas da adenoide aumentada: como identificar o problema
Quando a adenoide cresce excessivamente, múltiplos sintomas surgem. Principalmente os sinais mais comuns são:
👃 Obstrução nasal crônica
A criança vive com nariz entupido, respira constantemente pela boca. Principalmente fica ainda pior à noite durante o sono. Consequentemente, a boca permanece aberta o tempo todo – a famosa “cara de respirador bucal”. Assim, ar não passa adequadamente pelo nariz porque adenoide hipertrofiada bloqueia passagem.
😴 Ronco e apneia do sono
Ronco alto todas as noites não é normal em crianças. Além disso, pais frequentemente relatam pausas respiratórias durante o sono (apneia obstrutiva do sono pediátrica). Ou seja, a criança para de respirar por alguns segundos, depois retoma com ronco ou engasgo. Principalmente essas pausas interrompem sono profundo, impedindo descanso adequado. Consequentemente, criança acorda cansada, irritada, com sonolência diurna e dificuldade de concentração na escola.
👂 Infecções de ouvido recorrentes (otites)
Adenoide aumentada obstrui abertura da tuba auditiva (canal que conecta nariz ao ouvido médio). Portanto, ouvido médio não ventila adequadamente, acumula secreção e infecciona com frequência. Assim, criança tem múltiplas otites por ano, usa antibióticos repetidamente, pode desenvolver otite média secretora (fluido atrás do tímpano) que prejudica audição. Dessa forma, audição abafada interfere no desenvolvimento da fala e aprendizado.
🤧 Sinusites de repetição
Obstrução nasal prejudica drenagem dos seios da face. Consequentemente, sinusites ocorrem com frequência aumentada. Ou seja, criança vive gripada, com secreção nasal amarelada ou esverdeada que nunca melhora completamente.
😷 Gotejamento nasal posterior persistente
Secreção escorre constantemente pela garganta. Principalmente causa tosse crônica, principalmente noturna e ao deitar. Além disso, pode causar náuseas matinais, engasgos e vômitos em crianças menores. Assim, qualidade de vida fica significativamente prejudicada.
🗣️ Voz anasalada (“fanhosa”)
Criança fala “pelo nariz”, com voz característica chamada rinolalia fechada. Principalmente parece que está falando com nariz entupido o tempo todo – porque realmente está. Ou seja, ar não passa pelo nariz durante fala, alterando ressonância vocal.
📏 Alterações no desenvolvimento facial
Respiração bucal crônica pode modificar crescimento dos ossos da face. Principalmente causa:
- Face alongada e estreita
- Palato (céu da boca) alto e estreito
- Dentes superiores projetados para frente
- Má oclusão dentária (mordida errada)
- Postura alterada de cabeça e pescoço
Consequentemente, criança pode precisar tratamento ortodôntico prolongado no futuro. Portanto, tratar obstrução nasal precocemente previne essas alterações permanentes.
😫 Outros sintomas importantes
- Sono agitado: criança muda muito de posição, acorda várias vezes
- Enurese noturna: volta a fazer xixi na cama após já ter controlado
- Hiperatividade e déficit de atenção: sono não reparador prejudica comportamento
- Baixo rendimento escolar: concentração e memória prejudicadas
- Apetite reduzido: respiração bucal dificulta mastigação e deglutição
- Ganho de peso insuficiente: gasto energético aumentado pelo esforço respiratório
Ou seja, adenoide aumentada não causa apenas obstrução nasal – impacta desenvolvimento físico, cognitivo e emocional da criança. Portanto, identificação e tratamento precoces são fundamentais.
✅ Quando a cirurgia de adenoide está indicada?
Nem toda adenoide aumentada precisa ser operada. Principalmente as indicações cirúrgicas são:
1️⃣ Obstrução nasal grave e persistente
Quando tratamento clínico (lavagens nasais, corticoides nasais) não resolve obstrução após 3-6 meses de tentativa. Principalmente se criança respira exclusivamente pela boca, apresenta ronco alto e apneias documentadas.
2️⃣ Apneia obstrutiva do sono
Pausas respiratórias durante sono confirmadas por observação dos pais ou, idealmente, por polissonografia (exame do sono). Principalmente essa é indicação absoluta – apneia prejudica oxigenação cerebral e desenvolvimento infantil. Portanto, cirurgia não pode ser postergada.
3️⃣ Otites médias recorrentes
Quatro ou mais episódios de otite aguda por ano, ou otite média secretora (fluido no ouvido) que persiste por mais de 3 meses com perda auditiva documentada. Consequentemente, remoção da adenoide permite ventilação adequada do ouvido, reduzindo drasticamente frequência de otites.
4️⃣ Sinusites de repetição
Quando criança apresenta múltiplos episódios de sinusite por ano e adenoide aumentada está contribuindo para obstrução e má drenagem dos seios da face.
5️⃣ Alterações dentofaciais
Desenvolvimento de face alongada, palato estreito, má oclusão dentária relacionados à respiração bucal crônica. Principalmente quando ortodontista identifica essas alterações e solicita liberação da via aérea nasal antes de iniciar tratamento ortodôntico.
6️⃣ Repercussões no crescimento e qualidade de vida
Ganho de peso insuficiente, baixa estatura, hiperatividade, déficit de atenção, baixo rendimento escolar relacionados a sono não reparador causado por obstrução adenoideana.
7️⃣ Adenoidite crônica
Infecção crônica da adenoide que não responde a tratamento clínico prolongado. Ou seja, criança vive com secreção nasal purulenta, gotejamento posterior e tosse que nunca melhoram.
Além disso, decisão cirúrgica é individualizada. Assim, otorrinolaringologista pediátrico avalia gravidade dos sintomas, repercussões no desenvolvimento da criança e resposta a tentativas de tratamento clínico. Portanto, cada caso é único e merece avaliação específica.
🔧 Técnica tradicional: adenoidectomia por curetagem
Historicamente, a cirurgia de adenoide sempre foi realizada “às cegas” – sem visualização direta do tecido adenoideano. Primeiramente, vamos entender como funciona essa técnica tradicional:
Como é realizada:
Após anestesia geral, cirurgião introduz dedo indicador pela boca até alcançar nasofaringe (atrás e acima do palato mole). Principalmente através do tato (palpação), identifica adenoide aumentada e calcula seu tamanho e localização. Ou seja, cirurgião “sente” onde está o tecido que precisa ser removido, mas não o visualiza.
Em seguida, introduz instrumento chamado cureta adenoideana (lâmina curva em formato de anel) e realiza movimentos de “raspagem” para remover tecido adenoideano. Assim, adenoide é arrancada mecanicamente. Principalmente cirurgião guia-se pelo tato e experiência para garantir remoção adequada. Consequentemente, hemostasia (controle do sangramento) é feita com compressa, cauterização ou tamponamento nasal posterior temporário.
Vantagens da técnica tradicional:
- Rápida: procedimento leva 5-10 minutos
- Simples: não requer equipamentos sofisticados
- Custo baixo: instrumentos baratos e reutilizáveis
- Eficaz na maioria dos casos: quando bem executada, remove tecido adequadamente
Desvantagens e limitações:
- Cirurgia “às cegas”: cirurgião não visualiza diretamente o que está removendo
- Remoção incompleta: pode deixar restos de tecido adenoideano, principalmente nos cantos (recesso faríngeo lateral)
- Remoção excessiva: pode lesar inadvertidamente estruturas adjacentes (tuba auditiva, mucosa nasofaríngea)
- Sangramento: geralmente maior que técnica videoassistida
- Imprecisão: depende muito da habilidade e experiência do cirurgião
Portanto, embora eficaz na maioria dos casos, técnica tradicional tem limitações importantes. Principalmente a falta de visualização direta é seu principal ponto fraco. Assim, tecnologia moderna oferece alternativa superior.
📹 Cirurgia de adenoide por vídeo: tecnologia a serviço da precisão
A adenoidectomia videoassistida (ou endoscópica) representa evolução significativa na cirurgia adenoideana. Primeiramente, vamos entender essa técnica moderna:
Como é realizada:
Após anestesia geral, cirurgião introduz ótica rígida (endoscópio) de 0°, 30° ou 70° pela boca ou pelo nariz. Principalmente esse endoscópio tem fonte de luz intensa na ponta e está conectado a câmera de alta definição. Ou seja, imagem é captada e projetada em monitor de vídeo com magnificação (zoom) significativa.
Assim, cirurgião visualiza diretamente toda região adenoideana em tela grande, com iluminação perfeita e aumento da imagem. Consequentemente, identifica precisamente limites da adenoide, sua relação com tuba auditiva (abertura do canal que vai ao ouvido) e outras estruturas importantes. Portanto, opera vendo exatamente o que está fazendo – não mais “às cegas”.
Para remoção do tecido, utiliza-se microdebridador (shaver) – dispositivo que possui lâmina rotativa dentro de cânula metálica. Principalmente essa lâmina “raspa” tecido adenoideano com precisão controlada e, simultaneamente, aspira (suga) material removido. Ou seja, corta e remove ao mesmo tempo, mantendo campo cirúrgico limpo. Além disso, pode-se usar pinças especiais, radiofrequência ou laser para remoção complementar e hemostasia precisa.
Vantagens da adenoidectomia videoassistida:
- Visualização direta completa: cirurgião vê tudo em alta definição e magnificado
- Precisão máxima: remove tecido adenoideano completamente, inclusive nos recesso laterais
- Preservação de estruturas: evita lesões inadvertidas na tuba auditiva e mucosa adjacente
- Menor sangramento: remoção controlada e hemostasia precisa
- Menor risco de recidiva: remoção completa reduz chance de adenoide crescer novamente
- Menor dor pós-operatória: técnica menos traumática
- Documentação: cirurgia é gravada, permitindo análise posterior e registro médico-legal
- Ensino: facilita treinamento de residentes e demonstração para pais (com consentimento)
Desvantagens:
- Tempo cirúrgico: ligeiramente mais longo (15-25 minutos) que técnica tradicional
- Custo: equipamentos (ótica, câmera, microdebridador) são mais caros
- Curva de aprendizado: cirurgião precisa treinar para dominar técnica endoscópica
- Disponibilidade: nem todos hospitais possuem equipamento necessário
Entretanto, vantagens superam largamente desvantagens. Principalmente a possibilidade de ver exatamente o que está sendo feito revoluciona segurança e eficácia da cirurgia. Portanto, sempre que disponível, adenoidectomia videoassistida é opção preferencial.
⚖️ Comparação entre técnicas: tradicional vs vídeo
Para facilitar compreensão, vamos comparar diretamente as duas técnicas:
📊 Visualização
- Tradicional: Cirurgia “às cegas”, guiada apenas pelo tato ❌
- Vídeo: Visualização direta em alta definição, magnificada ✅
🎯 Precisão
- Tradicional: Depende da experiência do cirurgião, pode deixar restos ⚠️
- Vídeo: Remoção completa e precisa, inclusive recessos laterais ✅
🩸 Sangramento
- Tradicional: Geralmente maior, hemostasia menos precisa ⚠️
- Vídeo: Menor sangramento, hemostasia sob visualização direta ✅
⏱️ Tempo cirúrgico
- Tradicional: 5-10 minutos (mais rápida) ✅
- Vídeo: 15-25 minutos (ligeiramente mais longa) ⚠️
💰 Custo
- Tradicional: Menor custo (instrumentos simples) ✅
- Vídeo: Maior custo (equipamentos sofisticados) ❌
🔄 Taxa de recidiva (adenoide voltar a crescer)
- Tradicional: 2-5% (remoção incompleta favorece recrescimento) ⚠️
- Vídeo: <1% (remoção completa reduz recidiva) ✅
😌 Recuperação
- Tradicional: Boa, mas pode ter mais desconforto inicial ⚠️
- Vídeo: Excelente, menos trauma tecidual ✅
Portanto, quando disponível e viável, adenoidectomia videoassistida oferece vantagens significativas. Principalmente a precisão e completude da remoção sob visualização direta são inigualáveis. Entretanto, técnica tradicional continua sendo opção eficaz quando realizada por cirurgião experiente e quando tecnologia videoassistida não está acessível.
🏥 Recuperação pós-operatória: o que esperar
Entender recuperação ajuda pais a se prepararem e tranquilizarem. Primeiramente, vamos ao passo a passo:
Primeiras horas após cirurgia:
Criança acorda na sala de recuperação anestésica. Principalmente pode estar sonolenta, chorosa ou agitada – reações normais à anestesia. Além disso, pode ter náuseas leves ou vomitar pequena quantidade de sangue deglutido durante cirurgia. Assim, jejum inicial de 2-4 horas é mantido. Consequentemente, após esse período e se bem acordada, criança recebe líquidos frios e, se tolerar bem, recebe alta hospitalar no mesmo dia (cirurgia ambulatorial).
Primeiros dias (1-3 dias):
- Dor de garganta leve a moderada: principalmente ao engolir. Analgésicos prescritos controlam adequadamente
- Secreção nasal com sangue: pequena quantidade é normal nos primeiros 2-3 dias
- Mau hálito: comum devido a crostas que se formam na área operada
- Voz anasalada temporariamente aumentada: edema pós-operatório obstrui temporariamente
- Alimentação: preferir líquidos e pastosos frios/gelados (sorvete, gelatina, vitaminas)
- Atividades: repouso relativo, evitar esforços físicos
Primeira semana (4-7 dias):
- Melhora progressiva da dor
- Retorno gradual à alimentação normal: introduzir sólidos conforme tolerância
- Crostas começam a se desprender: pode haver pequeno sangramento nasal ocasional
- Respiração nasal melhora progressivamente: à medida que edema diminui
- Retorno às atividades escolares: geralmente após 5-7 dias
Segunda semana (8-14 dias):
- Recuperação praticamente completa
- Respiração nasal excelente
- Retorno às atividades físicas leves
Após 15 dias:
- Liberação total para todas atividades
- Resultado final consolidado
- Benefícios plenamente percebidos: sono tranquilo, sem ronco, respiração nasal livre
Cuidados pós-operatórios importantes:
- Medicações: usar rigorosamente conforme prescrição (analgésicos, anti-inflamatórios, eventualmente antibiótico)
- Lavagem nasal: com soro fisiológico 3-4 vezes ao dia ajuda limpeza e cicatrização
- Hidratação: oferecer bastante líquido
- Alimentação: preferir gelados e pastosos nos primeiros dias
- Evitar: alimentos muito quentes, condimentados, cítricos (irritam área operada) na primeira semana
- Repouso: evitar corridas, pulos, educação física por 14 dias
- Retornos: comparecer às consultas pós-operatórias agendadas
Ou seja, recuperação é geralmente tranquila e rápida em crianças. Principalmente quando pais seguem orientações adequadamente, complicações são raras. Portanto, preparação e compreensão facilitam todo processo.
⚠️ Possíveis complicações (raras mas importantes)
Embora adenoidectomia seja cirurgia segura e rotineira, complicações podem ocorrer. Principalmente é importante conhecê-las:
Complicações imediatas (durante ou logo após cirurgia):
- Sangramento: mais comum, geralmente leve. Raramente requer retorno ao centro cirúrgico
- Reações à anestesia: raríssimas com anestesia moderna
- Lesão do palato mole: extremamente rara, principalmente com técnica videoassistida
Complicações tardias:
- Insuficiência velofaríngea transitória: voz muito anasalada ou escape de líquidos pelo nariz ao beber. Geralmente temporário, resolve em semanas
- Estenose nasofaríngea: cicatrização excessiva causando estreitamento. Raríssima
- Recidiva (adenoide crescer novamente): 1-5% dos casos conforme técnica. Mais comum em crianças operadas muito pequenas (menor que 2 anos)
- Infecção: rara quando antibiótico profilático é usado adequadamente
Sinais de alerta – procure otorrinolaringologista imediatamente:
- Sangramento nasal ou oral intenso: mais que pequena quantidade
- Febre alta persistente: acima de 38.5°C por mais de 24 horas
- Recusa alimentar completa: criança não aceita nada por mais de 12 horas
- Dor intensa não controlada: mesmo com analgésicos prescritos
- Rigidez de nuca com febre
- Sonolência excessiva ou confusão mental
Consequentemente, embora complicações sejam raras, vigilância é importante. Portanto, qualquer dúvida ou preocupação deve ser comunicada ao cirurgião prontamente.
🩺 Quando procurar o otorrinolaringologista?
Você deve buscar avaliação especializada se seu filho apresenta:
- Ronco alto todas as noites
- Pausas respiratórias durante sono (apneia)
- Respiração exclusiva ou predominante pela boca
- Sono agitado, acorda cansado
- Otites de repetição (4+ episódios por ano)
- Sinusites recorrentes
- Secreção nasal persistente que não melhora
- Tosse crônica principalmente noturna
- Voz muito anasalada (“fanhosa”)
- Dificuldade para ganhar peso ou baixa estatura
- Hiperatividade, déficit de atenção, baixo rendimento escolar
- Face alongada, boca sempre aberta, alterações dentárias
Principalmente a avaliação precoce permite intervenção no momento adequado. Assim, previne-se complicações e sequelas permanentes. Portanto, não espere – procure especialista ao identificar esses sinais.
Conclusão 🎯
A adenoide aumentada (a “carne esponjosa”) é problema comum na infância que pode trazer repercussões significativas no desenvolvimento, qualidade do sono e bem-estar da criança. Primeiramente, identificar sintomas precocemente permite tratamento no momento adequado, antes que alterações permanentes se desenvolvam.
Principalmente a evolução tecnológica trouxe adenoidectomia videoassistida, que permite visualização direta e remoção precisa sob magnificação da imagem. Ou seja, cirurgião opera vendo exatamente o que está fazendo, não mais “às cegas”. Assim, precisão, segurança e completude da remoção são maximizadas. Além disso, microdebridador (shaver) remove tecido de forma controlada com menor sangramento e trauma.
Entretanto, técnica tradicional por curetagem continua sendo opção eficaz quando realizada por cirurgião experiente e quando recursos videoassistidos não estão disponíveis. Portanto, discussão franca com otorrinolaringologista sobre técnicas disponíveis, vantagens e limitações permite decisão informada e segura.
Principalmente recuperação é geralmente rápida e tranquila. Consequentemente, benefícios são percebidos logo nas primeiras semanas – criança volta a respirar pelo nariz, ronco desaparece, sono torna-se reparador, infecções de ouvido reduzem drasticamente, disposição e rendimento escolar melhoram. Ou seja, qualidade de vida familiar melhora significativamente.
Portanto, se seu filho apresenta sintomas de adenoide aumentada, não hesite em buscar avaliação especializada. Assim, recebe diagnóstico preciso e orientações individualizadas sobre melhor tratamento. Com abordagem adequada, seu filho respirará livremente e se desenvolverá plenamente!
Saiba mais sobre adenoide e adenoidectomia.
📞 Agende avaliação do seu filho com especialista!
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Dr. Lucas Zambon
Médico Otorrinolaringologista em Curitiba
CRM-PR 31209 | RQE 16825








