Quando eu durmo sinto que não respiro, pode ser apneia do sono?
Quando durmo sinto que não respiro: será apneia do sono? Entenda as pausas respiratórias noturnas 😴💤
Sentir dificuldade para respirar durante o sono ou acordar com sensação de sufocamento representa preocupação legítima que merece atenção médica especializada. Primeiramente, importante diferenciar percepção subjetiva de pausas respiratórias reais documentadas por parceiro de quarto ou familiar. Além disso, essa queixa frequentemente indica distúrbio respiratório do sono que pode comprometer qualidade de vida e saúde cardiovascular a longo prazo. Portanto, compreender causas, sintomas associados e quando procurar otorrinolaringologista torna-se essencial para diagnóstico preciso e tratamento adequado.
😴 O que são pausas respiratórias durante o sono?
Pausas respiratórias noturnas, tecnicamente denominadas apneias, caracterizam-se por interrupção completa ou redução significativa do fluxo de ar pelas vias aéreas superiores durante sono. Principalmente essas paradas respiratórias duram pelo menos 10 segundos, podendo ultrapassar 1 minuto em casos graves. Consequentemente, cérebro detecta queda de oxigenação sanguínea e promove microdespertares – fragmentação do sono que frequentemente passa despercebida pelo paciente mas compromete recuperação física e mental. Ou seja, corpo entra em modo de estresse repetidamente durante toda noite tentando restabelecer respiração normal.
Tipos de apneia do sono:
- Apneia obstrutiva (AOS): mais comum (90% dos casos) – vias aéreas superiores colapsam bloqueando passagem de ar apesar de esforço respiratório mantido
- Apneia central: cérebro falha em enviar sinal adequado para músculos respiratórios – respiração simplesmente para temporariamente
- Apneia mista: combinação de componentes obstrutivo e central na mesma pausa respiratória
🚨 Sintomas que sugerem apneia do sono
Reconhecer sinais clínicos facilita identificação precoce e encaminhamento apropriado:
Durante o sono (geralmente relatados por parceiro):
- Ronco alto e irregular: intenso, intermitente, com períodos de silêncio súbito seguidos por ronco explosivo ou engasgo
- Pausas respiratórias observadas: parceiro percebe que respiração para completamente por segundos – sinal altamente específico
- Movimentação excessiva: inquietação, mudanças frequentes de posição, braços e pernas agitados
- Despertares súbitos: acordar com sensação de sufocamento, engasgo ou falta de ar
- Respiração ofegante: esforço respiratório visível – tórax e abdômen movimentam-se intensamente
- Sudorese noturna: transpiração excessiva sem causa aparente (quarto não excessivamente quente)
Durante o dia (sintomas diurnos):
- Sonolência excessiva: dificuldade para manter-se acordado em situações passivas (assistindo TV, lendo, reuniões) – escala de Epworth >10
- Cansaço matinal: acordar cansado mesmo após dormir 7-8 horas – sensação de sono não reparador
- Cefaleia matinal: dor de cabeça ao despertar que melhora durante manhã
- Dificuldade de concentração: problemas de memória, atenção reduzida, produtividade diminuída
- Irritabilidade: mudanças de humor, ansiedade, tendência depressiva
- Boca seca ao acordar: respiração oral noturna resseca mucosas
- Necessidade frequente de urinar: noctúria – acordar 2-3x por noite para ir ao banheiro
⚠️ Fatores de risco para apneia obstrutiva do sono
Algumas características aumentam probabilidade de desenvolver distúrbio:
Fatores anatômicos:
- Obesidade: principal fator de risco – IMC >30 kg/m² aumenta risco 4-5x – gordura depositada em pescoço e base de língua estreita via aérea
- Circunferência cervical aumentada: pescoço grosso (>43 cm homens, >41 cm mulheres) predispõe colapso de vias aéreas
- Retrognatia/micrognatia: queixo pequeno ou retraído – mandíbula recuada reduz espaço para língua
- Macroglossia: língua volumosa – comum em hipotireoidismo, acromegalia
- Hipertrofia de tonsilas/adenoides: especialmente em crianças e adultos jovens – obstrução mecânica direta
- Desvio de septo nasal: obstrução nasal crônica favorece respiração oral e colapso faríngeo
- Pólipos nasais: bloqueio nasal aumenta resistência inspiratória
Fatores comportamentais e sistêmicos:
- Consumo de álcool: relaxa musculatura faríngea facilitando colapso – evitar álcool 4-6h antes de dormir
- Tabagismo: inflamação crônica de vias aéreas superiores – fumantes têm 3x mais risco
- Uso de sedativos: benzodiazepínicos, opioides reduzem tônus muscular faríngeo
- Posição supina: dormir de barriga para cima agrava obstrução por retroposicionamento de língua
- Idade avançada: perda de tônus muscular faríngeo progressiva após 40-50 anos
- Sexo masculino: homens têm 2-3x mais apneia que mulheres pré-menopausa (proteção hormonal feminina)
- História familiar: componente genético importante – risco aumenta 2-4x se familiares diretos têm AOS
Condições médicas associadas:
- Hipertensão arterial: 50-60% dos hipertensos têm AOS não diagnosticada
- Diabetes tipo 2: resistência insulínica e AOS influenciam-se mutuamente
- Hipotireoidismo: mixedema de tecidos moles pode estreitar via aérea
- Acromegalia: crescimento de mandíbula e língua obstruem faringe
- Síndrome de ovários policísticos: associação com obesidade e resistência insulínica
- Refluxo gastroesofágico: aspirações microaspirações podem inflamar vias aéreas superiores
🔍 Como é feito o diagnóstico?
Diagnóstico definitivo de apneia do sono requer avaliação especializada e exames objetivos:
Consulta com otorrinolaringologista:
- Anamnese detalhada: história de ronco, pausas observadas, sintomas diurnos, fatores de risco
- Escalas de sonolência: Escala de Sonolência de Epworth, Questionário de Berlim – triagem inicial
- Exame físico completo: inspeção de vias aéreas superiores, oroscopia, rinoscopia anterior
- Medidas antropométricas: IMC, circunferência cervical, índice de Mallampati (visualização orofaríngea)
- Nasofibrolaringoscopia: avaliação endoscópica de nariz, nasofaringe, orofaringe, hipofaringe, laringe – identifica obstruções anatômicas
- Manobra de Müller: simula colapso faríngeo durante inspiração forçada com nariz/boca fechados – localiza sítios de obstrução
Polissonografia (exame padrão-ouro):
Exame realizado durante noite inteira em laboratório do sono especializado monitora múltiplos parâmetros simultaneamente:
- Fluxo aéreo: cânulas nasais detectam inspiração/expiração
- Esforço respiratório: cintas torácica e abdominal registram movimentos
- Oximetria: saturação de oxigênio sanguíneo contínua
- Eletroencefalograma (EEG): estágios de sono e microdespertares
- Eletromiografia (EMG): tônus muscular – atonia REM, movimentos pernas
- Eletrocardiograma (ECG): frequência cardíaca e arritmias relacionadas
- Vídeo sincronizado: posição corporal, movimentos anormais
Índices calculados:
- IAH (Índice de Apneia-Hipopneia): número de apneias + hipopneias por hora de sono
- Normal: <5 eventos/hora
- Leve: 5-15 eventos/hora
- Moderada: 15-30 eventos/hora
- Grave: >30 eventos/hora
- IDO (Índice de Dessaturação de Oxigênio): quedas de saturação >3-4% por hora
- Índice de microdespertares: fragmentação do sono
Polissonografia domiciliar (alternativa):
Dispositivo portátil para uso em casa monitora parâmetros cardiorrespiratórios (não avalia sono propriamente). Principalmente indicada quando probabilidade pré-teste de AOS é alta e não há comorbidades complexas. Entretanto, sensibilidade menor que polissonografia completa – resultados negativos podem requerer confirmação em laboratório.
💊 Opções de tratamento
Abordagem terapêutica individualizada depende de gravidade, anatomia, preferências paciente:
Medidas conservadoras (casos leves a moderados):
- Perda de peso: redução de 10% do peso corporal melhora 26% IAH – emagrecimento resolve AOS leve em 50% casos
- Evitar álcool e sedativos: especialmente 4-6h antes de dormir
- Cessar tabagismo: reduz inflamação e edema de vias aéreas
- Terapia posicional: dormir de lado (decúbito lateral) reduz 50-60% eventos em AOS posicional – travesseiros especiais, cintos posicionadores
- Higiene do sono: horários regulares, ambiente adequado (escuro, silencioso, temperatura confortável)
- Elevação de cabeceira: 30-45° pode reduzir refluxo e melhorar ventilação
CPAP (Pressão Positiva Contínua nas Vias Aéreas):
Tratamento padrão-ouro para AOS moderada a grave:
- Mecanismo: máscara nasal/oronasal conectada a aparelho que fornece ar sob pressão contínua – mantém vias aéreas abertas durante sono evitando colapso
- Eficácia: elimina apneias/hipopneias em 95% dos casos adequadamente titulados
- Benefícios: melhora sonolência diurna, qualidade de vida, reduz risco cardiovascular, melhora controle pressórico
- Adesão: uso mínimo 4h/noite, >70% noites – educação e acompanhamento aumentam aderência
- Variações: Auto-CPAP (pressão autoadjustável), BiPAP (pressões inspiratória/expiratória diferentes)
Aparelhos intraorais (dispositivos de avanço mandibular):
Indicados para AOS leve a moderada ou intolerância a CPAP:
- Mecanismo: prótese dentária que avança mandíbula 6-10mm para frente durante sono – aumenta espaço retrolingual e reduz colapso faríngeo
- Eficácia: 50-70% redução IAH – menos efetivo que CPAP mas melhor aderência em alguns pacientes
- Requisitos: dentição adequada, ausência de doença periodontal grave, ATM saudável
- Confecção: dentista especialista ou buco-maxilo-facial realiza moldagens e ajustes personalizados
- Acompanhamento: ajustes graduais durante 3-6 meses até eficácia máxima
Tratamento cirúrgico:
Indicado quando obstrução anatômica definida ou falha de tratamentos conservadores:
- Uvulopalatofaringoplastia (UPFP): remoção de úvula, parte de palato mole, tonsilas – amplia orofaringe – eficácia 40-60% isoladamente
- Amigdalectomia: especialmente efetiva em crianças e adultos com hipertrofia tonsilar significativa – melhora 80-90% casos pediátricos
- Adenoidectomia: remoção de adenoides obstrutivas – importante em crianças
- Septoplastia + turbinectomia: correção de desvio septo + redução cornetos – melhora respiração nasal facilitando uso de CPAP
- Avanço maxilomandibular: cirurgia ortognática que avança maxila e mandíbula simultaneamente – mais efetiva (80-90% sucesso) mas complexa – reservada para casos graves refratários
- Estimulação do nervo hipoglosso: implante que estimula eletricamente nervo da língua evitando retroposicionamento – alternativa recente para intolerantes a CPAP
- Glossectomia parcial/Genioglosso avanço: reduz volume/avança base de língua
Tratamento da obstrução nasal:
- Corticoides nasais: fluticasona, mometasona – reduzem inflamação e edema
- Anti-histamínicos: controle de rinite alérgica
- Lavagem nasal: solução salina isotônica – higiene e desobstrução
- Dilatadores nasais externos: tiras adesivas que ampliam válvula nasal
❌ Riscos de apneia do sono não tratada
Apneia obstrutiva crônica sem tratamento aumenta significativamente morbidade e mortalidade:
Complicações cardiovasculares:
- Hipertensão arterial sistêmica: AOS presente em 50-60% hipertensos – hipóxia intermitente ativa sistema simpático cronicamente
- Hipertensão pulmonar: vasoconstrição pulmonar por hipóxia repetida
- Arritmias cardíacas: fibrilação atrial, bradiarritmias, taquiarritmias ventriculares
- Insuficiência cardíaca: sobrecarga ventricular por hipóxia e hipertensão
- Doença arterial coronariana: aumento de 30% risco de infarto agudo do miocárdio
- Acidente vascular cerebral (AVC): risco 2-4x maior – hipóxia e hipertensão lesam vasos cerebrais
Complicações metabólicas:
- Resistência insulínica: hipóxia intermitente prejudica metabolismo glicose
- Diabetes tipo 2: AOS grave aumenta risco 2,5x
- Dislipidemia: aumento triglicerídeos, redução HDL-colesterol
- Síndrome metabólica: obesidade abdominal + hipertensão + dislipidemia + hiperglicemia
Complicações neuropsiquiátricas:
- Déficit cognitivo: problemas memória, atenção, funções executivas
- Demência: AOS associada a risco aumentado de Alzheimer e demência vascular
- Depressão e ansiedade: 50% pacientes com AOS têm sintomas depressivos
- Redução de libido: fadiga crônica e alterações hormonais
Acidentes e qualidade de vida:
- Acidentes automobilísticos: sonolência excessiva aumenta 2-7x risco de acidentes – pacientes com AOS grave têm risco semelhante a dirigir embriagado
- Acidentes de trabalho: redução de produtividade e concentração
- Qualidade de vida comprometida: fadiga crônica, irritabilidade, disfunção sexual, isolamento social
🏥 Quando procurar otorrinolaringologista?
Consulte especialista se apresentar:
- Ronco alto e habitual: especialmente se parceiro relata pausas respiratórias
- Sonolência diurna excessiva: mesmo dormindo 7-8h por noite – interferindo em atividades diárias
- Despertares com sufocamento: acordar ofegante, engasgado ou com sensação de falta de ar
- Cefaleia matinal recorrente: dor de cabeça logo ao despertar
- Hipertensão resistente: pressão alta difícil de controlar mesmo com múltiplos medicamentos
- Irritabilidade e alterações de humor: sintomas depressivos ou ansiosos associados a má qualidade de sono
- Noctúria: acordar frequentemente (≥2x) para urinar
- Diminuição de libido: redução desejo sexual sem causa aparente
Principalmente não ignore sintomas – diagnóstico e tratamento precoces previnem complicações cardiovasculares graves e melhoram significativamente qualidade de vida. Além disso, otorrinolaringologista possui expertise para avaliar anatomia de vias aéreas superiores, diagnosticar apneia do sono e indicar tratamento mais apropriado para cada caso.
❓ Perguntas frequentes sobre pausas respiratórias no sono
1. Toda pessoa que ronca tem apneia do sono?
Não. Ronco isolado (ronco primário) sem pausas respiratórias, dessaturação de oxigênio ou fragmentação do sono não caracteriza apneia obstrutiva. Entretanto, ronco intenso e habitual representa fator de risco para desenvolvimento futuro de AOS. Principalmente se ronco progressivamente piora ou associa-se a sonolência diurna, investigação torna-se necessária.
2. Posso ter apneia do sono sem roncar?
Sim, embora menos comum. Apneia central (origem neurológica) pode ocorrer sem ronco significativo. Além disso, aproximadamente 10-15% pacientes com apneia obstrutiva relatam ronco mínimo ou ausente – especialmente mulheres que podem apresentar sintomas atípicos como insônia, fadiga e depressão sem ronco evidente.
3. Crianças podem ter apneia do sono?
Sim. Apneia obstrutiva pediátrica afeta 1-4% crianças, geralmente entre 2-8 anos. Principalmente causada por hipertrofia adenotonsilar (adenoides e amígdalas aumentadas). Sintomas incluem: ronco habitual, respiração oral, pausas respiratórias observadas, enurese noturna (xixi na cama), agitação noturna, sonolência diurna, problemas comportamentais (hiperatividade), dificuldade escolar. Tratamento geralmente cirúrgico (adenoamigdalectomia) com excelentes resultados.
4. Perder peso resolve apneia do sono?
Pode resolver ou melhorar significativamente em muitos casos. Principalmente perda de 10% do peso corporal reduz IAH em aproximadamente 26%. Entretanto, emagrecimento isolado resolve completamente AOS em cerca de 50% pacientes com doença leve relacionada a obesidade. Casos moderados a graves ou com componente anatômico obstrutivo frequentemente necessitam tratamento adicional mesmo com perda ponderal.
5. CPAP é tratamento definitivo ou temporário?
CPAP controla sintomas enquanto usado mas não cura apneia obstrutiva. Ou seja, pausas respiratórias retornam se equipamento for descontinuado. Entretanto, tratamento é altamente eficaz – elimina apneias durante uso e previne complicações cardiovasculares a longo prazo. Alguns pacientes podem descontinuar CPAP após perda de peso significativa ou cirurgia bem-sucedida.
6. Dormir de lado melhora apneia?
Sim, em casos de apneia posicional (quando IAH supino é >2x maior que lateral). Aproximadamente 50-60% pacientes têm componente posicional. Principalmente dormir de lado (decúbito lateral) reduz retroposicionamento de língua e colapso faríngeo. Dispositivos posicionadores (travesseiros, cintos com bola nas costas) ajudam manter posição lateral durante sono.
7. Aparelho dental funciona tão bem quanto CPAP?
Aparelhos intraorais são menos eficazes que CPAP mas apresentam melhor aderência em alguns pacientes. Principalmente reduzem IAH em 50-70% versus 95% do CPAP. Entretanto, para AOS leve a moderada ou pacientes intolerantes a CPAP, dispositivos de avanço mandibular representam alternativa válida. Casos graves geralmente requerem CPAP.
8. Quanto tempo leva para sentir melhora após iniciar tratamento?
Melhora de sonolência diurna geralmente ocorre em 1-2 semanas de uso adequado de CPAP (>4h/noite). Entretanto, benefícios cardiovasculares (redução pressão arterial, menor risco de eventos cardiovasculares) manifestam-se após 3-6 meses de tratamento contínuo. Principalmente pacientes relatam melhor qualidade de vida já na primeira semana.
🎯 Conclusão
Sensação de não respirar durante sono ou pausas respiratórias observadas representam sinais de alerta importantes que justificam avaliação médica especializada. Primeiramente, apneia obstrutiva do sono constitui distúrbio respiratório comum mas frequentemente subdiagnosticado que compromete significativamente qualidade de vida e aumenta risco cardiovascular, metabólico e neurológico a longo prazo.
Principalmente diagnóstico baseia-se em história clínica detalhada, exame físico minucioso e polissonografia – exame padrão-ouro que quantifica gravidade do distúrbio. Além disso, múltiplas opções terapêuticas estão disponíveis – desde medidas conservadoras (perda peso, terapia posicional) até CPAP (tratamento padrão-ouro), aparelhos intraorais e cirurgias das vias aéreas superiores.
Consequentemente, tratamento adequado elimina pausas respiratórias, melhora oxigenação noturna, restaura arquitetura do sono, reduz sonolência diurna e previne complicações graves como hipertensão, arritmias, infarto e AVC. Ou seja, procurar otorrinolaringologista experiente em medicina do sono ao primeiro sinal de pausas respiratórias noturnas representa investimento essencial em saúde e bem-estar a curto e longo prazo.
Portanto, não ignore sinais – ronco intenso associado a sonolência diurna excessiva merece investigação. Diagnóstico e tratamento precoces fazem diferença significativa na prevenção de complicações e recuperação de qualidade de vida plena.
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Dr. Lucas Zambon
Médico Otorrinolaringologista em Curitiba
CRM-PR 31209 | RQE 16825






